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Archive for the ‘mobile infotainment’ Category

Li dia desses no relatório da TrendWatching de Fevereiro de 2010 sobre a tendência FUNCTIONALL, que se resume em produtos simples, pequenos, baratos, sustentáveis e funcionais. Atraentes a todo tipo de público (FUNCTIONALL = FUNCTION + ALL = Funcional para todos). A proposta desses produtos, são de originalmente serem destinados a mercados de baixa renda, mas que acabam sendo também atraentes para os mercados mais abastados.

Dentre as características dos produtos FUNCTIONALL, destacam-se:

–       Preço acessível

–       Tamanho reduzido e com recursos limitados (para deixar o preço baixo)

–       Simples, de fácil usabilidade (para usuários inexperientes)

–       Eficiente em energia (ou independente de energia)

–       Robustos (duráveis)

–       Design de primeira (a democratização do design é um fenômeno global)

–       Com foco em ajudar as pessoas a serem produtivas / sistemas auto-sustentáveis

Maiores explicações sobre o atrativo desses produtos para todo tipo de mercado são de certa forma dispensáveis. Afinal, quem não quer um produto lindo, fácil de usar, durável e barato???

Os exemplos neste padrão são vários, indo de carros [como o Logan (da Renault) ou o Tata Nano (Indiano)], a hotéis, alimentos e produtos tecnológicos (como o classemate PC ou o XO-3).

Pois bem… Aí, coincidentemente, não é que a Apple anunciou nesta semana o lançamento do iPad, chuchuzíssimo?! E, claro, não é para menos que suas características batem com o conceito FUNCIONALL: portátil, de fácil manuseio, com ótima usabilidade, 10 horas de bateria, robusto, design de primeira, barato, etcetcetc

(**Pausa: Não vou me delongar em explicações, mas a qualquer eventual retardatário, o iPad é o novo produto da Apple, uma espécie de tablet-mega-power, um híbrido de iPhone, Notebook e Kindle)

Tudo bem que o barato é relativo (o brinquedinho vai custar a partir de 500 doletas) e não vai vender tão fácil em determinadas regiões menos favorecidas, mas é sem dúvida nenhuma um produto acessível e com uma relação custo x benefício pra lá de interessante, convenhamos.

Basta ver a apresentação, fazer um checklist e concluir que de fato, o iPad é 95% FUNCTIONALL, seguindo o padrão vislumbrado pela Trendwatching 🙂

“Our most  advanced technology in a magical & revolutionary device at an unbeliavable price”

FUNCTIONA(PP)LL(E)

Checklist:

Tendências, Tendências…

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Por motivo do lançamento da nova versão do site do Pinheiro, Mourão e Raso Advogados, escrevi o texto abaixo para o Agenda PMR. O artigo foi escrito para empresários e advogados, que fazem uso das novas tecnologias, mas que não necessariamente são conscientes desse bravo novo mundo high tech em que estamos inseridos.

Minhas referências? Várias. Algumas pontuadas ao longo do texto (que em sua versão original – e impressa – não puderam obviamente serem feitas).

Em uma sociedade cada vez mais imediatista e tecnológica, em que a quantidade de informações cresce em velocidade exponencial, a relação e o comportamento humanos sofrem grandes transformações e, conseqüentemente, acontece uma reviravolta na comunicação social, nas relações de consumo e na publicidade.

Neste cenário de transformações, em que o leitor passa a escritor e o consumidor quer compartilhar experiências e histórias com o mundo, faz-se necessário parar, desacelerar e analisar o contexto e a realidade atuais.

Grande parte das pessoas faz uso das novas tecnologias no dia-a-dia, seja para fins pessoais, ou profissionais: e-mail, MSN, redes sociais, Skype, celular. Mas o fato é que, mesmo respirando as mídias digitais diariamente, os usuários não param para refletir a respeito das mudanças sociais e culturais que o novo mundo “high tech” traz à sociedade. Fala-se em “web 2.0”, a internet colaborativa em que qualquer um pode ter voz. O palco está sendo invadido por um novo consumidor, que produz, divulga e consome: o “prosumidor”. Fala-se também de web semântica, o desdobramento da internet colaborativa, que organiza as informações de forma mais coerente.

Diante dessas inovações, faz-se necessário o bom conhecimento e compreensão das mídias digitais e do comportamento do “novo” consumidor, para que o planejamento de ações envolvendo novas tecnologias seja bem sucedido.

As soluções para cada caso são diversas. Assim, o planejamento de ações digitais deve ser direcionado às necessidades de cada empresa, de acordo com a realidade de seus públicos. E, como em qualquer evolução, as mudanças não param!

Atualmente somos nômades modernos, não queremos nos prender a espaços físicos delimitados ou a fios e aparelhos que não possam ser carregados. E, ao contrário dos tuaregues que vagam o deserto em busca de pastagens para o gado, saímos em busca de lugares para trabalhar, estudar e estabelecer conexões. Foi-se o tempo em que dependíamos de um lugar fixo para nos conectarmos com o mundo. Hoje nos conectamos em qualquer horário, de qualquer lugar.

Não há virtualmente nenhum evento no planeta que não possa ser gravado por dispositivos móveis e depois transmitido ao mundo. Os celulares fazem de todos nós repórteres e, porque não, artistas. Vivemos uma era de auto-expressão e criação: gravamos, editamos, partilhamos e transmitimos conteúdo.

Outro assunto em voga é a TV Digital e suas possíveis aplicações, que vão da interatividade à possibilidade de compras através da nossa tão conhecida tele. No entanto, essa é uma realidade que muito se fala, mas pouco se vê. Ainda não existe no Brasil um modelo de negócios, nem programas específicos, que explorem devidamente as possibilidades da TV Digital.

No entanto, dizem por aí que o lugar da TV não é mais na sala. Com a mobilidade em voga, a mobile TV – a televisão para ser assistida na telinha do celular – acaba virando pauta. Estima-se que na copa do mundo de 2010, a audiência pelo celular irá estourar. A mobile TV será o radinho a pilha do século XXI?

Existe ainda a Lei de Moore, que diz que a cada 18 meses o poder de processamento de chips eletrônicos dobra. Seguindo a mesma tendência, dizem por aí que em 30 anos haverá um computador que excederá a capacidade de processamento de toda humanidade. Embora qualquer previsão tecnológica para o futuro seja difícil de fazer, algumas podem de fato ser plausíveis.

Diante de tantas mudanças uma pergunta fica no ar: qual seu grau de consciência em todo esse processo?

uma sociedade cada vez mais imediatista e tecnológica, em que a quantidade de informações cresce em velocidade exponencial, a relação e o comportamento humanos sofrem grandes transformações e, conseqüentemente, acontece uma reviravolta na comunicação social, nas relações de consumo e na publicidade.
Neste cenário de transformações, em que o leitor passa a escritor e o consumidor quer compartilhar experiências e histórias com o mundo, faz-se necessário parar, desacelerar e analisar o contexto e a realidade atuais.Grande parte das pessoas faz uso das novas tecnologias no dia-a-dia, seja para fins pessoais, ou profissionais: e-mail, MSN, redes sociais, Skype, celular. Mas o fato é que, mesmo respirando as mídias digitais diariamente, os usuários não param para refletir a respeito das mudanças sociais e culturais que o novo mundo “high tech” traz à sociedade. Fala-se em “web 2.0”, a internet colaborativa em que qualquer um pode ter voz. O palco está sendo invadido por um novo consumidor, que produz, divulga e consome: o “prosumidor”. Fala-se também de web semântica, o desdobramento da internet colaborativa, que organiza as informações de forma mais coerente.Diante dessas inovações, faz-se necessário o bom conhecimento e compreensão das mídias digitais e do comportamento do “novo” consumidor, para que o planejamento de ações envolvendo novas tecnologias seja bem sucedido.

As soluções para cada caso são diversas. Assim, o planejamento de ações digitais deve ser direcionado às necessidades de cada empresa, de acordo com a realidade de seus públicos. E, como em qualquer evolução, as mudanças não param!

Atualmente somos nômades modernos, não queremos nos prender a espaços físicos delimitados ou a fios e aparelhos que não possam ser carregados. E, ao contrário dos tuaregues que vagam o deserto em busca de pastagens para o gado, saímos em busca de lugares para trabalhar, estudar e estabelecer conexões. Foi-se o tempo em que dependíamos de um lugar fixo para nos conectarmos com o mundo. Hoje nos conectamos em qualquer horário, de qualquer lugar.

Não há virtualmente nenhum evento no planeta que não possa ser gravado por dispositivos móveis e depois transmitido ao mundo. Os celulares fazem de todos nós repórteres e, porque não, artistas. Vivemos uma era de auto-expressão e criação: gravamos, editamos, partilhamos e transmitimos conteúdo.

Outro assunto em voga é a TV Digital e suas possíveis aplicações, que vão da interatividade à possibilidade de compras através da nossa tão conhecida tele. No entanto, essa é uma realidade que muito se fala, mas pouco se vê. Ainda não existe no Brasil um modelo de negócios, nem programas específicos, que explorem devidamente as possibilidades da TV Digital.

No entanto, dizem por aí que o lugar da TV não é mais na sala. Com a mobilidade em voga, a mobile TV – a televisão para ser assistida na telinha do celular – acaba virando pauta. Estima-se que na copa do mundo de 2010, a audiência pelo celular irá estourar. A mobile TV será o radinho a pilha do século XXI?

Existe ainda a Lei de Moore, que diz que a cada 18 meses o poder de processamento de chips eletrônicos dobra. Seguindo a mesma tendência, dizem por aí que em 30 anos haverá um computador que excederá a capacidade de processamento de toda humanidade. Embora qualquer previsão tecnológica para o futuro seja difícil de fazer, algumas podem de fato ser plausíveis.

Diante de tantas mudanças uma pergunta fica no ar: qual seu grau de consciência em todo esse processo?

 

uma sociedade cada vez mais imediatista e tecnológica, em que a quantidade de informações cresce em velocidade exponencial, a relação e o comportamento humanos sofrem grandes transformações e, conseqüentemente, acontece uma reviravolta na comunicação social, nas relações de consumo e na publicidade.
Neste cenário de transformações, em que o leitor passa a escritor e o consumidor quer compartilhar experiências e histórias com o mundo, faz-se necessário parar, desacelerar e analisar o contexto e a realidade atuais.Grande parte das pessoas faz uso das novas tecnologias no dia-a-dia, seja para fins pessoais, ou profissionais: e-mail, MSN, redes sociais, Skype, celular. Mas o fato é que, mesmo respirando as mídias digitais diariamente, os usuários não param para refletir a respeito das mudanças sociais e culturais que o novo mundo “high tech” traz à sociedade. Fala-se em “web 2.0”, a internet colaborativa em que qualquer um pode ter voz. O palco está sendo invadido por um novo consumidor, que produz, divulga e consome: o “prosumidor”. Fala-se também de web semântica, o desdobramento da internet colaborativa, que organiza as informações de forma mais coerente.Diante dessas inovações, faz-se necessário o bom conhecimento e compreensão das mídias digitais e do comportamento do “novo” consumidor, para que o planejamento de ações envolvendo novas tecnologias seja bem sucedido.

As soluções para cada caso são diversas. Assim, o planejamento de ações digitais deve ser direcionado às necessidades de cada empresa, de acordo com a realidade de seus públicos. E, como em qualquer evolução, as mudanças não param!

Atualmente somos nômades modernos, não queremos nos prender a espaços físicos delimitados ou a fios e aparelhos que não possam ser carregados. E, ao contrário dos tuaregues que vagam o deserto em busca de pastagens para o gado, saímos em busca de lugares para trabalhar, estudar e estabelecer conexões. Foi-se o tempo em que dependíamos de um lugar fixo para nos conectarmos com o mundo. Hoje nos conectamos em qualquer horário, de qualquer lugar.

Não há virtualmente nenhum evento no planeta que não possa ser gravado por dispositivos móveis e depois transmitido ao mundo. Os celulares fazem de todos nós repórteres e, porque não, artistas. Vivemos uma era de auto-expressão e criação: gravamos, editamos, partilhamos e transmitimos conteúdo.

Outro assunto em voga é a TV Digital e suas possíveis aplicações, que vão da interatividade à possibilidade de compras através da nossa tão conhecida tele. No entanto, essa é uma realidade que muito se fala, mas pouco se vê. Ainda não existe no Brasil um modelo de negócios, nem programas específicos, que explorem devidamente as possibilidades da TV Digital.

No entanto, dizem por aí que o lugar da TV não é mais na sala. Com a mobilidade em voga, a mobile TV – a televisão para ser assistida na telinha do celular – acaba virando pauta. Estima-se que na copa do mundo de 2010, a audiência pelo celular irá estourar. A mobile TV será o radinho a pilha do século XXI?

Existe ainda a Lei de Moore, que diz que a cada 18 meses o poder de processamento de chips eletrônicos dobra. Seguindo a mesma tendência, dizem por aí que em 30 anos haverá um computador que excederá a capacidade de processamento de toda humanidade. Embora qualquer previsão tecnológica para o futuro seja difícil de fazer, algumas podem de fato ser plausíveis.

Diante de tantas mudanças uma pergunta fica no ar: qual seu grau de consciência em todo esse processo?

 

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Intro: Após mais um longo e tenebroso período sem postar, cá estou eu de volta por aqui. Confesso: estou MUITO ocupada neste segundo semestre. Trabalhando igual gente grande na agência (que nem nome direito não tem por pura falta de tempo), muito projeto bacana (yuppie!!), e ainda coordenando a comunicação do PMR e dando aulas e mais aulas, pra lá e pra cá. Isso pq sempre digo: trabalho o dia todo e ainda dou aula a noite. Peraí, mas dar aula não é trabalhar não??? Fora a maldita da procrastinação crônica que assola a minha vida e que – definitivamente – é o maior causador da minha ausência por essas bandas de cá. O que é uma lástima (e uma enfermidade).

Aos meus leitores, desculpas pelo sumiço. Mas também tenho que ter vida social no mundo real!

Pois bem, o que motivou a minha reaparição – logo após o dia de los muertos – foi o excelente resultado do trabalho de conclusão que os meus alunos de Mídias Móveis da Pós em Projetos Editoriais Impressos e Muitimídia da UNA apresentaram recentemente. A proposta era a criação de um projeto para mídias móveis, a escolha livre de cada grupo. Todos os trabalhos me surpreenderam! “Meninos”, vocês estão todos no caminho certo e de parabéns!

Dou destaque em especial ao trabalho do grupo que desenvolveu um projeto mobile para o Museu Inhotim. Para quem não conhece, o Inhotim é um museu/parque localizado em Brumadinho, pertinho de BH City, que é simplesmente fabuloso. Galerias de arte em meio a Jardins de Burle Marx, num belíssimo estilo tropical. Já visitei muito museu pelo mundo afora e digo que o Inhotim é um dos mais legais que visitei nos últimos tempos. Chuhuzíssimo!

Projeto Mobile: Inhotim Mobile Guide
Alunos: Bruno Martins, Frederico Sucupira, Marcos Carneiro, Rafael Matos e Renato Loose.

O Inhotim Mobile Guide é uma forma inovadora para os visitantes descobrirem mais sobre as obras de arte em exposição no parque. Através de um aplicativo para iPhone/iTouch e arquivos enviados via Bluetooth, os visitantes caminham pelas galerias e têm acesso a vídeos, imagens e textos que ampliam as informações sobre as obras, com entrevistas com os artistas, comentários de especialistas e de outros visitantes, conexões com outras obras, processo de criação das obras, dentre várias outras possibilidades.

No vídeo abaixo dá para ter um gostinho do protótipo do projeto. Cada quadradinho colorido representa um tipo de interação possível (ex: making of das obras – o museu é de arte contemporânea e muitas vezes as obras são criadas in loco de forma “inusitada”; entrevista com o artista etc).


Genial 🙂

O resumo dos outros trabalhos  – também chuchuzíssimos – segue abaixo.

Projeto MobTube: projeto de criação de um portal de vídeos colaborativos
Alunos: Adamo Alighieri, Dennis Henrique, Flávio Rodrigo de Almeida.

Os usuários enviariam vídeos de no máximo 30 segundos, produzidos através do celular, para montar uma “história” que seria composta pela montagem de um total de 10 vídeos. As histórias são montadas pelos próprios usuários que enviam ao site capítulos para dar continuidade aos vídeos já publicados por lá. O ambiente será propício para a construção colaborativa, através de vídeos, votação e comentários.

mobtube 1

mobtube 2

mobtube 3

Programa de mobile TV: sinopses dos capítulos das novelas da TV
Alunos: Daneil Ribeiro, Fernanda Nazaré, Izabella Moura.

Para ser visto no celular, será um programa de entretenimento que trará o resumo diário das principais novelas da TV. Atualmente só existe esse tipo de serviço nos jornais impressos e internet, e a proposta é de se desenvolver um projeto que adaptará o conteúdo para áudiovisual adequado às caractarísticas dos dispositivos móveis.

Programa de mobileTV: Mobile News
Alunos: Frederico Lima, Isabela Lauria, Poliana Leite, Rangel Sales, Rodrigo Neiva

O projeto se configura como um canal de informaçnao voltado para o celular, com formato totalmente adaptado ao meio.

Seria a expansão do jornal televisivo para mobile. É de caráter regional, abrangendo a região metropolitana

de Belo Horizonte. Todo conteúdo é gratuito. Duração vairável de 30 segundos a 2 minutos, sendo que um conteúdo textual completo estará disponível para o usuário que tiver interesse em mais informações.

Mobile News 1

Mobile News 2
Projeto Guia Turístico: Tiradentes para Celular
Alunos: Cezar Menezes, Jânio Penna, Laila Aninger, Soraya de Souza, Samarone Reis

Celular, netbook, notebook, iPod, serão carregados com informações contendo dados históricos da cidade e dos principais monumentos, áreas de preservação natural, cachoeiras, festivais artístico-culturais, festividades religiosas, utilidade pública, mapas    da    cidade    e    distritos, ateliês    de    arte, festival    de    cinema, roteiros gastronômicos, restaurantes e pousadas à disposição de turistas, estudantes e moradores –> em quiosques em três pontos estratégicos da cidade, em três idiomas.


Projeto Mobile TV: NAGANDAIA – a noite de BH como você nunca viu
Alunos: Bruno Moreira, Débora Côrte, Roxana Roberta

A proposta é de manter o cidadão atualizado sobre os eventos da noite de BH através de um programa de mobile TV no celular. Os usuários recebem as informações por assinatura dos tópicos desejados, quantas vezes ao dia e segmento (baresm restaurantes, boitesm, cafés, festas). O usuário poderá interagir, enviando seu prórpio vídeo (produzido pelo celular) ao suporte web, com duração de 30 segundos, informando sobre como está o local etc.

OBS: estava dando um erro no carregamento das imagens. E continuo aguardando os vídeos, prints, etc, de quem ainda não me enviou!

OBS2: Em agosto tive o prazer de participar do 6o Fórum Internacional de TV Digital do IETV no Rio  em que o tema era: “O lugar da TV não é mais na sala”. Foco 100% em mobile TV. Fiquei devendo uma postagem sobre o assunto, que de certa forma dá continuidade a este post. O encontro foi fantastic!

Outros posts sobre trabalhos de alunos:

Esses meninos vão longe!
Vídeos para celula: Palminhas!

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Dia desses me contataram para ajudar na redação do release do Vivo arte.mov – festival internacional de arte em mídias móveis – , que está em sua 4a edição. Como só sei escrever sobre assuntos “high tech”, fiquei feliish com o contato. É um grande prazer para moi escrever sobre um festival desses, pela simples paixão pelo tema!

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Pra quem não conhece, o arte.mov é um festival de artes em mídias móveis super atual e simplesmente imperdível. Quem me conhece sabe bem da minha fixação com a questão de vídeos pra celulas e mobile TV. Pois bem, o arte.mov dá um super incentivo para a produção de vídeos para celulares. Ou seja, bato palminhas! Mas não é só isso:

Na programação do arte.mov estão incluídos diversos eventos interconectados, compostos por mostras, palestras e oficinas. O objetivo do festival é o de fortalecer ambientes de estímulo à produção, acesso às técnicas e discussão dos conceitos envolvidos nas vertentes de vídeo, microcinema e mídias locativas. Pretende-se que esta iniciativa resulte na formação de uma rede de colaboração, fomento, formação, difusão e reflexão crítica com relação ao uso criativo das mídias móveis.

As inscrições para as mostras competitivas já estão abertas e vão até 18 de setembro.

Na edição deste ano, acontecerão 2 mostras: uma competiviva audiovisual para mídias móveis e outra voltada para obras que lidem com o conceito de mídia locativa. São para essas mostras que as inscrições estão abertas.

Eu particularmente acho a proposta perfecta! Se vc já tem um vídeo exclusivo para ser visto em celular, corre lá no site do evento (www.artemov.net) e inscreva seu trabalho! E se vc não tem material pronto, ainda há tempo para desenvolver muita coisa m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a 😉

Gente, o futuro é mobile!

Mais infos? O release completo está aqui –  Release Vivo arte.mov 2009: abertura de inscrições

Para complementar a leitura:

no Bricolagem

Mobile TV: mais futurologia?

Tv digital móvel no Brasil e algumas divagações.

Vídeos pra celula: palminhas!

No blog do meu querido amigo Bernotto, ópio do povo:

Mobile TV: radinho a pilha do século XXI?


Quer inspiração? Assista a micro série “Prom Queen” /Rainha do Baile (clique aqui), aquela que passa no multishow. Apesar de ser originalmente feita para web, o enfoque das tomadas e a duração dos episódios é perfecta pra mobile 😉

Antes que me esqueça: o arte.mov é um festival promovido pela Vivo e faz parte de um programa maior, o Vivo Lab, que conta com vários projetos voltados para a conectividade e o ambiente mobile.

Nep: special thanks 🙂

O site do Vivo arte.mov: www.artemov.net.

Por ora mais nada a declarar.

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Harry Potter e o enigma do futebol

O que acontece quando você junta fanáticos por Harry Potter e futebol num mesmo ambiente?

Na semana passada a minha irmã caçula teve a brilhante idéia de ir na estréia do novo filme do Harry Potter no mesmo bat horário do jogo do Cruzeiro x Estudiantes – final da Libertadores. Não só ela, mas a “torcida do flamengo”, toda a escuela em peso. E como essa meninada anda de fato multi-task, o que se viu no cine – de acordo com os relatos da sorella – foi uma experiência atropológica de tirar o chapéu. 

Quem é de fato fanático por futebol estava no campo ou diante de uma telona. Mas quando o assunto é adolescente, as coisas mudam. Perder o jogo ou a estréia de um filme aguardadíssimo (e de quebra e p-r-i-n-c-i-p-a-l-m-e-n-t-e a farra com os amigos)? Que perder que nada. A onda é querer tudo ao mesmo tempo!

Resultado: no meio do filme alguns também acompanhavam o jogo por SMS, outros por internet móvel e outros ainda via mobileTV. No cinema. Aquele local em que – dizia a lenda – tinha um índice de dispersão quase 0.

E a cada Gol, a cada lance, 1/3 do cinema torcia para o Cruzeiro, 1/3 – alteticano doente – gritava galo e o 1/3 restante xingava.

Harry. Harry. Gol. Zêeeeero. shhhhhhh. Harry. Gol. Gaaalo. Calaboca. Harry. Falta. shhhhh. Harry. Harry. Gol. Gaaaaaaaalo. CALABOCAA. Harry. Harry. Fim.

Dava de tudo para presenciar essa cena ao vivo! Um inferno! rs

Mas sem dúvida alguma um fenômeno a ser levado em conta!

É o multi-task-way-of-life na era da mobilidade 😉

Lições? Aguardo conculsões.

OBS: Thassilda, obrigadésima pela montagem sensacional! 😉

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Para quem, assim como eu, está perdendo o impredível GSMA Mobile World Congress 2009, que acontece neste exato momento em Barcelona:

Je suis arrasée que não pude ir. Meses pensando no evento, acompanhando as infos, inscrições, tudo. Mas aí o trabalho falou mais alto e assumi compromissos meio que irrecusáveis… Fica pro ano que vem. E graças ao nosso bom Berners-Lee (rsrs), a gente pode acompanhar tudo quase que instantaneamente. AMO.

Pra quem não tá por dentro do Mobile World Congress: é o maior evento sobre MOBILIDADE que acontece nesse planeta, um chuchuzinho de congresso. Acontece em Barcelona siempre, e esse ano – de 16 a 19 de fevereiro.

E se alguém tiver dicas de outros bons links sobre o #MWC09, por favor postem aqui nos comentários!

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Poisé, dizem que a onda tem sido litaratura de celula: livros escritos e lidos na tela do celular. No Japão a tendência é tão forte que livros escritos através da telinhazinha seguiram o caminho supostamente oposto e, desde 2007, andam sendo publicados também em papel e tinta tradicionais. E mais: tornaram-se best sellers. Mais de 2.6 milhões de cópias vendidas de um único título. Curioso, não?

Como não podia deixar de ser, os livros escritos no celular têm características próprias. Frases curtas, objetivas. Estruturas repetitivas. Emoticons. Espaços em branco para “folgar” a leitura na tela reduzida. Seria um novo gênero?

A minha vista cada vez mais recessiva 😦 não deve suportar mais do que poucas telinhazinhas de texto (será que estou tão velha assim, my God?). Mas a meninada japonesa adooora.

As historinhas são em sua maioria água com açúcar, escritas por jovens, para jovens. Algo como uma releitura-de-Sabrina-numa-adaptação-High-Tech. Dizem também que muitas das histórias acabam sendo adaptadas para filminhos e mangá. Seriam esses filminhos pra celula?

A nova geração japonesa, pelo visto, trocou o barulho das risadas-gritinhos-estridentes-teen pelo teclar frenético no celula. Cada um querendo seu lugar ao sol. Autores de novelas móveis?

Seguindo a onda japonesa, exitem 2 sites norte americanos que oferecem templates para ler e escrever romances na telinhazinha: Quillpill e Textnovel. O primeiro me pareceu um Twitter pra “livrinhos” high tech. O site japonês que deu origem à onda é o Maho i-Land.

Mas a onda não é só com literatura barata e fútil não. Outro caminho também tem se revelado e editoras estão publicado clássicos da literatura em versões pra celula!

Gostou do assunto? Recomendo a leitura de uns artigos:  I love novels: young women develop a genre for the cellular age (The New Yorker);  e The mobile phone novel (The Times Online); e tb – mais antiguinho, de 2007 – A mobile read (with white space) (O’Reilly Radar).

🙂

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