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Posts Tagged ‘Jan Chipchase’

Um dos artigos mais sensatos que li nos últimos tempos é de autoria de Tomi T. Ahonen, autor de diversos livros sobre mobilidade, palestrante e consultor. O assunto básico do texto é sobre o fato de o Google estar oficialmente colocando a mobilidade em primeiro lugar em seus negócios.

Tomi Ahonen sabiamente destrincha e desvenda o porquê da força da mobilidade no mundo, independente do perfil do país ou do usuário, mostrando como os negócios mobile representam o futuro da próxima década.

What does it mean to you when Google says mobile first? Altamente recomendado.

Dentre os assuntos abordados, está o questionamento sobre a internet ter mudado o mundo, e uma reflexão espirituosa e muito bem colocada sobre o fato de haver inúmeras pessoas que não tiveram suas vidas mudadas com a rede. Tomemos como exemplo um profissional como um pedreiro, ou um lavrador, que não depende da tecnologia para sua atividade. Estamos falando do trabalhador braçal, não de seu chefe – o engenheiro ou o fazendeiro. Estes sim, dependem da internet para os negócios, para saber do clima, para envio de emails, etc, e tiveram suas vidas modificadas pela rede mundial de computadores.  Já o trabalhador braçal não vai depender da internet para as suas atividades do dia-a-dia – pescar, dirigir um trator, construir uma casa.

A gente tende a achar que o mundo é muito digitalizado, mas existe uma infinidade de pessoas que não dependem da rede profissionalmente de forma intensa – e isso não está relacionado ao poder aquisitivo ou ao nível de instrução, mas à atividade em si. Um médico ou fisioterapeuta podem até fazer o uso da rede e dos computadores para esclarecimento de dúvidas, contato com outros profissionais etc e tals. Podem usar a tecnologia em suas atividades para diagnósticos mais precisos, prontuários digitais, dentre outros. Mas não dependem dela para a execução de seu trabalho clínico (ex: uma consulta, examinar um paciente) – como dependem os publicitários ou advogados.

Os celulares, por outro lado, tiveram a capacidade de mudar bruscamente a vida de muito mais indivíduos – independente da atividade profissional ou colocação social – de uma forma quase que incomparável. As estimativas são de que em um futuro muito próximo a quantidade de linhas móveis supere a quantidade de pessoas no planeta.

O pescador analfabeto – que pela sua atividade e condição – tem a internet como inútil. Mas o celular, para este mesmo pescador, representa uma importante forma de comunicação (por voz e móvel),  que vai lhe permitir fechar negócios, consultar preços, dentre outros.

Este mesmo celular é o único meio que permite uma forma de transação comercial sem depender de operadoras de cartão de crédito ou bancos. Pode-se argumentar que o comércio eletrônico e o mobile banking têm crescido exponencialmente. No entanto, ambas as opções representam facilidades que são intermediadas pela rede, mas que dependem do cartão de crédito ou do serviço bancário. Já o Mobile Money – recurso que ainda engatinha, mas está em constante crescimento – permite a troca de valores, sem este intermédio, possibilitando o débito na conta do celular ao final do mês, ou o débito nos cartões pré-pagos, como por exemplo na compra de ring-tones ou vídeos.

Os exemplos envolvendo Mobile Money são vários e me remetem ao clássico exemplo do Jan Chipchase sobre as transações financeiras via celular em Uganda (veja a palestra aqui). O Mobile Money tende a crescer exponencialmente nesta década que começa.

Fala-se muito que a internet mudou o mundo, mas ela não tocou todas as pessoas em todos os lugares. Apesar de conseguirmos fazer tudo na internet hoje em dia, nós também conseguimos fazer tudo em celulares que tenham ao menos um browser HTML e uma conexão 2.5G.

A indústria mobile foi a mais rápida a alcançar o valor de um trilhão de dólares com tamanha rapidez. Enquanto a economia global entrou em colapso nos últimos 12 meses, a indústria móvel cresceu, adquiriu novos clientes, lucrou. E representa a melhor oportunidade para qualquer negócio em qualquer indústria de qualquer lugar do planeta. Qualquer que seja o seu negócio, equipe, projeto ou carreira pessoal, você precisa se ajustar e usar a mobilidade. (Tomi T. Ahonen – Tradução livre)

Além do mais, o celular é o único meio que converge todas as mídias em um único dispositivo, com a vantagem de ser portátil, móvel e acessível.

Por estes e outros motivos, a prioridade do Google agora é mobile.

E você, está esperando o quê?

Digital industries will of course migrate to mobile but its not just digital industries. Its not even just the media industries. Its any industries. If an airline can gain out of mobile or the parking authority of the city or illiterate fishermen can gain from it, even basic education can gain from it – every business, every project and every enterprise can benefit from mobile. This is the biggest economic opportunity of this decade, and of our lifetimes. Do not miss it.

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Por motivo do lançamento da nova versão do site do Pinheiro, Mourão e Raso Advogados, escrevi o texto abaixo para o Agenda PMR. O artigo foi escrito para empresários e advogados, que fazem uso das novas tecnologias, mas que não necessariamente são conscientes desse bravo novo mundo high tech em que estamos inseridos.

Minhas referências? Várias. Algumas pontuadas ao longo do texto (que em sua versão original – e impressa – não puderam obviamente serem feitas).

Em uma sociedade cada vez mais imediatista e tecnológica, em que a quantidade de informações cresce em velocidade exponencial, a relação e o comportamento humanos sofrem grandes transformações e, conseqüentemente, acontece uma reviravolta na comunicação social, nas relações de consumo e na publicidade.

Neste cenário de transformações, em que o leitor passa a escritor e o consumidor quer compartilhar experiências e histórias com o mundo, faz-se necessário parar, desacelerar e analisar o contexto e a realidade atuais.

Grande parte das pessoas faz uso das novas tecnologias no dia-a-dia, seja para fins pessoais, ou profissionais: e-mail, MSN, redes sociais, Skype, celular. Mas o fato é que, mesmo respirando as mídias digitais diariamente, os usuários não param para refletir a respeito das mudanças sociais e culturais que o novo mundo “high tech” traz à sociedade. Fala-se em “web 2.0”, a internet colaborativa em que qualquer um pode ter voz. O palco está sendo invadido por um novo consumidor, que produz, divulga e consome: o “prosumidor”. Fala-se também de web semântica, o desdobramento da internet colaborativa, que organiza as informações de forma mais coerente.

Diante dessas inovações, faz-se necessário o bom conhecimento e compreensão das mídias digitais e do comportamento do “novo” consumidor, para que o planejamento de ações envolvendo novas tecnologias seja bem sucedido.

As soluções para cada caso são diversas. Assim, o planejamento de ações digitais deve ser direcionado às necessidades de cada empresa, de acordo com a realidade de seus públicos. E, como em qualquer evolução, as mudanças não param!

Atualmente somos nômades modernos, não queremos nos prender a espaços físicos delimitados ou a fios e aparelhos que não possam ser carregados. E, ao contrário dos tuaregues que vagam o deserto em busca de pastagens para o gado, saímos em busca de lugares para trabalhar, estudar e estabelecer conexões. Foi-se o tempo em que dependíamos de um lugar fixo para nos conectarmos com o mundo. Hoje nos conectamos em qualquer horário, de qualquer lugar.

Não há virtualmente nenhum evento no planeta que não possa ser gravado por dispositivos móveis e depois transmitido ao mundo. Os celulares fazem de todos nós repórteres e, porque não, artistas. Vivemos uma era de auto-expressão e criação: gravamos, editamos, partilhamos e transmitimos conteúdo.

Outro assunto em voga é a TV Digital e suas possíveis aplicações, que vão da interatividade à possibilidade de compras através da nossa tão conhecida tele. No entanto, essa é uma realidade que muito se fala, mas pouco se vê. Ainda não existe no Brasil um modelo de negócios, nem programas específicos, que explorem devidamente as possibilidades da TV Digital.

No entanto, dizem por aí que o lugar da TV não é mais na sala. Com a mobilidade em voga, a mobile TV – a televisão para ser assistida na telinha do celular – acaba virando pauta. Estima-se que na copa do mundo de 2010, a audiência pelo celular irá estourar. A mobile TV será o radinho a pilha do século XXI?

Existe ainda a Lei de Moore, que diz que a cada 18 meses o poder de processamento de chips eletrônicos dobra. Seguindo a mesma tendência, dizem por aí que em 30 anos haverá um computador que excederá a capacidade de processamento de toda humanidade. Embora qualquer previsão tecnológica para o futuro seja difícil de fazer, algumas podem de fato ser plausíveis.

Diante de tantas mudanças uma pergunta fica no ar: qual seu grau de consciência em todo esse processo?

uma sociedade cada vez mais imediatista e tecnológica, em que a quantidade de informações cresce em velocidade exponencial, a relação e o comportamento humanos sofrem grandes transformações e, conseqüentemente, acontece uma reviravolta na comunicação social, nas relações de consumo e na publicidade.
Neste cenário de transformações, em que o leitor passa a escritor e o consumidor quer compartilhar experiências e histórias com o mundo, faz-se necessário parar, desacelerar e analisar o contexto e a realidade atuais.Grande parte das pessoas faz uso das novas tecnologias no dia-a-dia, seja para fins pessoais, ou profissionais: e-mail, MSN, redes sociais, Skype, celular. Mas o fato é que, mesmo respirando as mídias digitais diariamente, os usuários não param para refletir a respeito das mudanças sociais e culturais que o novo mundo “high tech” traz à sociedade. Fala-se em “web 2.0”, a internet colaborativa em que qualquer um pode ter voz. O palco está sendo invadido por um novo consumidor, que produz, divulga e consome: o “prosumidor”. Fala-se também de web semântica, o desdobramento da internet colaborativa, que organiza as informações de forma mais coerente.Diante dessas inovações, faz-se necessário o bom conhecimento e compreensão das mídias digitais e do comportamento do “novo” consumidor, para que o planejamento de ações envolvendo novas tecnologias seja bem sucedido.

As soluções para cada caso são diversas. Assim, o planejamento de ações digitais deve ser direcionado às necessidades de cada empresa, de acordo com a realidade de seus públicos. E, como em qualquer evolução, as mudanças não param!

Atualmente somos nômades modernos, não queremos nos prender a espaços físicos delimitados ou a fios e aparelhos que não possam ser carregados. E, ao contrário dos tuaregues que vagam o deserto em busca de pastagens para o gado, saímos em busca de lugares para trabalhar, estudar e estabelecer conexões. Foi-se o tempo em que dependíamos de um lugar fixo para nos conectarmos com o mundo. Hoje nos conectamos em qualquer horário, de qualquer lugar.

Não há virtualmente nenhum evento no planeta que não possa ser gravado por dispositivos móveis e depois transmitido ao mundo. Os celulares fazem de todos nós repórteres e, porque não, artistas. Vivemos uma era de auto-expressão e criação: gravamos, editamos, partilhamos e transmitimos conteúdo.

Outro assunto em voga é a TV Digital e suas possíveis aplicações, que vão da interatividade à possibilidade de compras através da nossa tão conhecida tele. No entanto, essa é uma realidade que muito se fala, mas pouco se vê. Ainda não existe no Brasil um modelo de negócios, nem programas específicos, que explorem devidamente as possibilidades da TV Digital.

No entanto, dizem por aí que o lugar da TV não é mais na sala. Com a mobilidade em voga, a mobile TV – a televisão para ser assistida na telinha do celular – acaba virando pauta. Estima-se que na copa do mundo de 2010, a audiência pelo celular irá estourar. A mobile TV será o radinho a pilha do século XXI?

Existe ainda a Lei de Moore, que diz que a cada 18 meses o poder de processamento de chips eletrônicos dobra. Seguindo a mesma tendência, dizem por aí que em 30 anos haverá um computador que excederá a capacidade de processamento de toda humanidade. Embora qualquer previsão tecnológica para o futuro seja difícil de fazer, algumas podem de fato ser plausíveis.

Diante de tantas mudanças uma pergunta fica no ar: qual seu grau de consciência em todo esse processo?

 

uma sociedade cada vez mais imediatista e tecnológica, em que a quantidade de informações cresce em velocidade exponencial, a relação e o comportamento humanos sofrem grandes transformações e, conseqüentemente, acontece uma reviravolta na comunicação social, nas relações de consumo e na publicidade.
Neste cenário de transformações, em que o leitor passa a escritor e o consumidor quer compartilhar experiências e histórias com o mundo, faz-se necessário parar, desacelerar e analisar o contexto e a realidade atuais.Grande parte das pessoas faz uso das novas tecnologias no dia-a-dia, seja para fins pessoais, ou profissionais: e-mail, MSN, redes sociais, Skype, celular. Mas o fato é que, mesmo respirando as mídias digitais diariamente, os usuários não param para refletir a respeito das mudanças sociais e culturais que o novo mundo “high tech” traz à sociedade. Fala-se em “web 2.0”, a internet colaborativa em que qualquer um pode ter voz. O palco está sendo invadido por um novo consumidor, que produz, divulga e consome: o “prosumidor”. Fala-se também de web semântica, o desdobramento da internet colaborativa, que organiza as informações de forma mais coerente.Diante dessas inovações, faz-se necessário o bom conhecimento e compreensão das mídias digitais e do comportamento do “novo” consumidor, para que o planejamento de ações envolvendo novas tecnologias seja bem sucedido.

As soluções para cada caso são diversas. Assim, o planejamento de ações digitais deve ser direcionado às necessidades de cada empresa, de acordo com a realidade de seus públicos. E, como em qualquer evolução, as mudanças não param!

Atualmente somos nômades modernos, não queremos nos prender a espaços físicos delimitados ou a fios e aparelhos que não possam ser carregados. E, ao contrário dos tuaregues que vagam o deserto em busca de pastagens para o gado, saímos em busca de lugares para trabalhar, estudar e estabelecer conexões. Foi-se o tempo em que dependíamos de um lugar fixo para nos conectarmos com o mundo. Hoje nos conectamos em qualquer horário, de qualquer lugar.

Não há virtualmente nenhum evento no planeta que não possa ser gravado por dispositivos móveis e depois transmitido ao mundo. Os celulares fazem de todos nós repórteres e, porque não, artistas. Vivemos uma era de auto-expressão e criação: gravamos, editamos, partilhamos e transmitimos conteúdo.

Outro assunto em voga é a TV Digital e suas possíveis aplicações, que vão da interatividade à possibilidade de compras através da nossa tão conhecida tele. No entanto, essa é uma realidade que muito se fala, mas pouco se vê. Ainda não existe no Brasil um modelo de negócios, nem programas específicos, que explorem devidamente as possibilidades da TV Digital.

No entanto, dizem por aí que o lugar da TV não é mais na sala. Com a mobilidade em voga, a mobile TV – a televisão para ser assistida na telinha do celular – acaba virando pauta. Estima-se que na copa do mundo de 2010, a audiência pelo celular irá estourar. A mobile TV será o radinho a pilha do século XXI?

Existe ainda a Lei de Moore, que diz que a cada 18 meses o poder de processamento de chips eletrônicos dobra. Seguindo a mesma tendência, dizem por aí que em 30 anos haverá um computador que excederá a capacidade de processamento de toda humanidade. Embora qualquer previsão tecnológica para o futuro seja difícil de fazer, algumas podem de fato ser plausíveis.

Diante de tantas mudanças uma pergunta fica no ar: qual seu grau de consciência em todo esse processo?

 

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Pessoas, para o meu deleite saiu na Época dessa semana um especial sobre Mobilidade. Já tinham me avisado logo que a revista chegou, mas só ontem na calada da noite que tive tempo pra ler. E, ao contrário de alguns artigos inconsistentes que andei lendo nessa revista nos últimos tempos, achei a matéria de capa ótima. São 29 páginas dedicadas ao assunto e refletem MUITO do que venho comentando por aqui: Nomadismo Moderno, Jan Chipchase, Android, Convergência de Tecnologias, Internet e TV no celula etc etc etc.

Fiquei feliz com a matéria, esse destaque todo mostra quão importante é o tema (não me diga???).

O especial começa com a matéria “A NOVA ERA DOS NOMADES DIGITAIS – como a tecnologia da mobilidade está mudando nossos hábitos e estilos de vida”. E conta também com uma entrevista com meu quirido Jan Chipchase (candidato a O Homi do Ano aqui no Bricolagem High Tech, rs), um artigo sobre o Andriod (plataforma Google), uma matéria com o inventor do celular – Martin Cooper (que curiosamente não é muito adepto à sua invenção), um guia de modelos de celula para cada necessidade, e um especial sobre “o novo manual do celular” – que aborda a convergência das tecnologias e a utilidade final de cada “junção”.

Corre lá pra ler. Clique aqui.

OBS: A matéria na íntegra está disponível on-line só para assinantes. Mas no final da página tem o link para as outras partes (completas). Aos interessados no assunto, vale a leitura completa.

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Pra quem, como eu, é fã do trabalho do Jan Chipchase, o pesquisador de design da Nokia que roda os 4 cantos do mundo conhecendo as particularidades de cada cultura, saiu uma entrevista com o Homi na NewScientist. Confiram aqui: The cellphone anthropologist

A entrevista me fez relembrar algumas cositas super interessantes que já tinha lido sobre umas colocações do Chipchase. Por exemplo, em alguns países pobres, como Uganda, o celula serve como uma espécie de aparelho para transferências monetárias. Como a maior parte dos aparelhos são pré-pagos, muita gente que mora em grandes centros compra créditos para o celula e depois ligam pra algum operador de celular do interior e os passam o código dos créditos. Assim, o operador fica com os créditos que acabou de receber e repassa o dinheiro vivo para a família do cara que mora nas redondezas.

Interessante ver como o celular (assim como tudo nessa vida) pode ter aplicações não previstas, de acordo com o ambiente e as necessidades de cada povo, o que reflete também a criatividade do ser humano. 🙂

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Não sei porque, mas tenho a ligeira impressão de que projetos como o do Chipchase para a Nokia (o “homi” por sinal já virou personagem – ou lenda – por aqui de tanto que já escrevi), estão pipocando pelos 4 cantos do mundo, para explorar os 4 cantos do mundo, e promover a mobilidade.

Ontem, a Mari-Jô – do Nomadismo Celular – indicou em seu blog um ótimo artigo “Nomads at Last”, publicado no The Economist (leia aqui), e que fala de N aspectos da mobilidade, do “nomadismo moderno” e que a comunicação Wireless/sem fio está mudando a maneira como as pessoas trabalham, vivem, amam e se relacionam aos lugares.

E hoje a bola da vez é do Skype, com o projeto “The Skype Nomad“. Uma moçoila australiana está viajando – non stop – por vários países munida de uma parafernalha high tech, com o objetivo de se comunicar – sobretudo via Skype – em qualquer lugar, em qualquer situação (andando de trem, ônibus, avião, balão, trenó ou como preferir). Isso tudo pra mostrar que agora o Skype também é móvel.

A viagem da “mucinha” (vulgo Rebecca) deve durar pouco mais de um mês e poderemos acompanhar seus passos no blog do projeto e conversar com ela via Skype pelo nome: “theskypenomad”. Fora Twitter (twitter.com/skype_nomad), Youtube, Facebook, Flikr etc etc. Ela realmente está 100% plugada. 🙂

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Para complementar as informações que publiquei recentemente sobre as peregrinações do Jan Chipchase e dos projetos da Nokia com o Open Design Studio (vide post: o celular dos sonhos), O Globo resolveu aderir ao tema e publicou hoje um artigo sobre os anseios móveis do consumidor brasileiro. Leiam o artigo: Celular – brasileiro quer aparelho bonito, prático e fácil de usar, dizem especialistas.

Como sempre, a conclusão é de que o brasileiro preocupa-se mais com a estética do que com a funcionalidade dos aparelhos móveis. Mas no fim das contas, os usuários acabam concluindo que o aparelho apesar de bonito, pode acabar se mostrando “extremamente” complicado de usar. Será que o velho ditado prevalece também no ambiente da tecnologia móvel? Quem vê cara, não vê coração?

Em meio à diversidade cada vez maior de celulares, o design sobressai, mas o aparelho tem que ter facilidades, tem que oferecer um ambiente amigável.
(Roberto Bernardes, especialista da FEI)

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Sobre o tal artigo do New York Times (“Can Cellphone help end global poverty“) – anteriormente comentado por aqui – faltou falar sobre um projeto paralelo do Jan Chipchase em parceria com suas colegas japonesas Indri Tulusan e Younghee Jung, chamado “Open Design Studio” – obviamente encomendado pela Nokia. A proposta do projeto era de incentivar as pessoas locais – neste caso de comunidades carentes em: Mumbai/Índia, Chongqing/China, Rio de Janeiro, Accra/Ghana- a desenharem o “celular dos seus sonhos”. Para tanto, montavam uma espécie de studio itinerante que convidava as pessoas:

Your Dream Phone. Share it with the world.

Seu celular dos sonhos. Compartilhe-o com o mundo

O objetivo do projeto de design – parte do projeto maior Future Urban – era de mapear necessidades e sonhos locais, colocando o celular com agente “realizador” desses possíveis desejos, através do concurso de desenho. Muitos dos sketches apresentados refletiam reais problemas e necessidades de cada comunidade.

Para ler mais sobre o projeto, veja o novo post no Future Perfect (Chipchase promete divulgar em breve metodologia e critérios de seleção) e o Blog da Younghee Jung (que por sinal é um blog bem interessante também. Como colega do Jan, ela dá a visão dela das pesquisas envolvendo dispositivos móveis pelo mundo afora. Link da página inicial aqui).

Abaixo estão alguns dos desenhos selecionados. Mais ilustrações e respectivas explicações na página da BusinessWeek.

OBS: O WordPress tá dando erro na hora de carregar as imagens. Depois corrijo e coloco num formato melhor/maior.

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