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Aproveitando o ensejo de que “Mobilidade é a Prioridade“, e pra quem se interessou pela temática do Mobile Money, nos dias 25 e 26 de maio acontece no Rio de Janeiro o GSMA Mobile Money Summit – Unleash the power of Mobile Money. Bem no quintal de casa 🙂

Boa oportnidade para saber mais do que tem rolado sobre este “obscuro” mas promissor tema. O evento pretente reunir as principais “autoridades” mundiais, regionais e locais sobre o assunto, além de apresentar as inovações em produtos e serviços envolvendo Mobile Money.

Dentre os temas: Regulações, Modelos de Negócio, Gerenciamento de Fraudes e Riscos, Visões para 2020, Pagamentos Mobile G2P (Government to person), Análise de Comportamento do Consumidor.

E não é só isso. A chamada para trabalhos encerra amanhã (05/03/2010). Se você tem algum assunto à altura e apresentável, corre que ainda dá tempo (pouco, mas…). * Só que as inscrições pros mortais assitirem a conferência ainda não foram abertas. O que deve acontecer em breve. Fique ligado, o site oficial é este aqui.

Pros desatentos: O evento é promovido pela GSMA, a mesma associação que promove o Mobile World Congress (em que o Google anunciou o mote Mobile First neste ano).

E tenho dito 😉

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Um dos artigos mais sensatos que li nos últimos tempos é de autoria de Tomi T. Ahonen, autor de diversos livros sobre mobilidade, palestrante e consultor. O assunto básico do texto é sobre o fato de o Google estar oficialmente colocando a mobilidade em primeiro lugar em seus negócios.

Tomi Ahonen sabiamente destrincha e desvenda o porquê da força da mobilidade no mundo, independente do perfil do país ou do usuário, mostrando como os negócios mobile representam o futuro da próxima década.

What does it mean to you when Google says mobile first? Altamente recomendado.

Dentre os assuntos abordados, está o questionamento sobre a internet ter mudado o mundo, e uma reflexão espirituosa e muito bem colocada sobre o fato de haver inúmeras pessoas que não tiveram suas vidas mudadas com a rede. Tomemos como exemplo um profissional como um pedreiro, ou um lavrador, que não depende da tecnologia para sua atividade. Estamos falando do trabalhador braçal, não de seu chefe – o engenheiro ou o fazendeiro. Estes sim, dependem da internet para os negócios, para saber do clima, para envio de emails, etc, e tiveram suas vidas modificadas pela rede mundial de computadores.  Já o trabalhador braçal não vai depender da internet para as suas atividades do dia-a-dia – pescar, dirigir um trator, construir uma casa.

A gente tende a achar que o mundo é muito digitalizado, mas existe uma infinidade de pessoas que não dependem da rede profissionalmente de forma intensa – e isso não está relacionado ao poder aquisitivo ou ao nível de instrução, mas à atividade em si. Um médico ou fisioterapeuta podem até fazer o uso da rede e dos computadores para esclarecimento de dúvidas, contato com outros profissionais etc e tals. Podem usar a tecnologia em suas atividades para diagnósticos mais precisos, prontuários digitais, dentre outros. Mas não dependem dela para a execução de seu trabalho clínico (ex: uma consulta, examinar um paciente) – como dependem os publicitários ou advogados.

Os celulares, por outro lado, tiveram a capacidade de mudar bruscamente a vida de muito mais indivíduos – independente da atividade profissional ou colocação social – de uma forma quase que incomparável. As estimativas são de que em um futuro muito próximo a quantidade de linhas móveis supere a quantidade de pessoas no planeta.

O pescador analfabeto – que pela sua atividade e condição – tem a internet como inútil. Mas o celular, para este mesmo pescador, representa uma importante forma de comunicação (por voz e móvel),  que vai lhe permitir fechar negócios, consultar preços, dentre outros.

Este mesmo celular é o único meio que permite uma forma de transação comercial sem depender de operadoras de cartão de crédito ou bancos. Pode-se argumentar que o comércio eletrônico e o mobile banking têm crescido exponencialmente. No entanto, ambas as opções representam facilidades que são intermediadas pela rede, mas que dependem do cartão de crédito ou do serviço bancário. Já o Mobile Money – recurso que ainda engatinha, mas está em constante crescimento – permite a troca de valores, sem este intermédio, possibilitando o débito na conta do celular ao final do mês, ou o débito nos cartões pré-pagos, como por exemplo na compra de ring-tones ou vídeos.

Os exemplos envolvendo Mobile Money são vários e me remetem ao clássico exemplo do Jan Chipchase sobre as transações financeiras via celular em Uganda (veja a palestra aqui). O Mobile Money tende a crescer exponencialmente nesta década que começa.

Fala-se muito que a internet mudou o mundo, mas ela não tocou todas as pessoas em todos os lugares. Apesar de conseguirmos fazer tudo na internet hoje em dia, nós também conseguimos fazer tudo em celulares que tenham ao menos um browser HTML e uma conexão 2.5G.

A indústria mobile foi a mais rápida a alcançar o valor de um trilhão de dólares com tamanha rapidez. Enquanto a economia global entrou em colapso nos últimos 12 meses, a indústria móvel cresceu, adquiriu novos clientes, lucrou. E representa a melhor oportunidade para qualquer negócio em qualquer indústria de qualquer lugar do planeta. Qualquer que seja o seu negócio, equipe, projeto ou carreira pessoal, você precisa se ajustar e usar a mobilidade. (Tomi T. Ahonen – Tradução livre)

Além do mais, o celular é o único meio que converge todas as mídias em um único dispositivo, com a vantagem de ser portátil, móvel e acessível.

Por estes e outros motivos, a prioridade do Google agora é mobile.

E você, está esperando o quê?

Digital industries will of course migrate to mobile but its not just digital industries. Its not even just the media industries. Its any industries. If an airline can gain out of mobile or the parking authority of the city or illiterate fishermen can gain from it, even basic education can gain from it – every business, every project and every enterprise can benefit from mobile. This is the biggest economic opportunity of this decade, and of our lifetimes. Do not miss it.

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Após o sucesso do InterAct ocorrido em BH no último fim de semana, junho começa quente no quesito eventos do mundo digital. Segunda-feira, dia 01/06, acontece a palestra “A internet do futuro” que será dada pelo vice-presidente do Google Vint Cerf.

O evento será no Teatro Granada do Minascentro, às 10:30. E as inscrições devem ser feitas pelo email internetfuturo@tecnologia.mg.gov.br

Como bem lembrado pelo colega Carlos d’Andréa:


Numa entrevista em 2006, Vint Cerf afirmava que “é difícil censurar a web” – uma coincidência enorme o leva a BH no dia em a cidade abriga um Ato Público contra o AI-5 Digital – vulgo projeto de lei de Azeredo. Dia quente!

No fim de junho, acontece ainda o Social Minas – evento sobre redes sociais – que será promovido pela AMADI. Aguardem maiores infos sobre datas e palestrantes!

E depois posto as minhas observações sobre o InterAct 2009. Já adianto que achei 100 vezes melhor que o InterMinas em todos os aspectos. A tchurma do iMasters está de parabéns. O “almoço” criativo indigesto foi 10. E a “favelinha” do Luli, vulgo boite, reinou 😉



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“Welcome to Google Your Majesty”

A Queen Elizabeth – que não é nada boba e usa o YouTube para dirigir a palavra aos plebeus – é danadinha. Agora a mais recente gracinha dela foi visitar o QG do Google. Engraçada a sem-gracice inglesa, fazendo sala pra rainha. Adoro o fato da “The Queen” se dizer high tech, contraste interessante. Sinal dos tempos.

Aqui o canal oficial da Monarquia Inglesa no YouTube.

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A blogosfera e os jornais só falam nisso, mas não poderia deixar de comentar por aqui…

O Google está lançando hoje um navegador para concorrer com o Internet Explorer e com o Firefox. Trata-se do Google Chrome, que promete mais estabilidade, simplicidade e recursos adquedos às ferramentas e aplicativos que usamos na internet hoje em dia. Seguindo a tendência da economia colaborativa, o Google é mais um que está se rendendo aos benefícios da inteligência coletiva. O Chrome terá código aberto, bem no espírito da peer-production. E mais, no blog oficial eles “agradecem” ao Firefox e ao WebKit da Apple.

Quem quiser saber um pouco mais, o Google lançou uma história em quadrinhos, que pode ser lida aqui. E o blog oficial do Google é esse aqui. Para mais infos em português, clique aqui.

Será que o Chrome terá gracinhas para navegação como os recursos do Ubiquity**?

* Clique aqui para todas as infos, inclusive sobre instalação etc etc. Esqueci de falar que por enquanto o Chrome é só pra Windows…

** O Ubiquity já teve a sua primeira atualização (0.1.1), que corrige alguns bugs e oferece novos recursos. Saiba mais aqui.

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Não é que os vovôs e vovós com mais de 100 anos também se rendem às novas tecnologias? 1 em cada 100 já consultou a Wikipedia, 2 em cada 100 já procuraram alguém no Google, 7% usa e-mail e uns 4% já enviou ou recebeu foto digital. De um modo geral, 12% usa a internet e 19% usa o celular. Cool ham?

Não podemos nos esquecer de que esses centenários tinham aproximadamente 83 anos quando a internet surgiu, mais de 87 anos quando a Amazon foi lançada e 89 anos – ou mais – quando o Google surgiu no mapa digital.

Quando crescer quero ser assim, rsrs

Mais infos na matéria “The 100-year-olds who use Wikipedia and Google”, do Times Online.

🙂

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Acabo de ler sobre o “Cuil”, um site que pretende concorrer com o Google. O seu nome quer dizer “conhecimento” em Gaélico e é pronunciado como “cool”, em inglês. 3 dos fundadores são ex-funcionários do Google e o 4º trabalhou para a IBM.

Dizem por aí que esse novo motor de buscas seria mais eficiente que o Google, por usar mais páginas para construir seu índice de informações. Dizem também que seria mais rápido. No quesito visual a diferença fica na disposição de informações, que no Cuil aparece em colunas.

Querem minha opinião? Testei o motor de buscas por meio minuto e não gostei. Achei MUITO mais lento que o Google e os resultados obtidos não foram satisfatórios. Depois vou brincar mais por lá, pra ter uma opinião concreta.

Pra quem também quer conhecer, o endereço é esse aqui: www.cuil.com

Abaixo um dos meus testes. Enquanto que no Google o “Bricolagem High Tech” aparece em primeirão (quando se busca por Bricolagem High Tech), no Cuil o link direto pra cá nem aparece.

E quem quiser ler mais sobre o assunto, saiu uma notícia na BBC Brasil. Veja aqui.

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