Tenho visto com freqüência na mídia / em blogs notícias sobre vício em internet. Como alguns dos vários exemplos, a BBC já tinha escrito sobre o assunto aqui (e o Gil Giardelli já tinha tecido um breve comentário sobre caso no Brasil por aqui). E agora, sem me surpreender nem um pouco, acabo de ler sobre vício em telefone celular. Duas crianças espanholas estão internadas tratando o problema (leia na BBC: “Crianças são internadas por vício em celular na Espanha“).
E a situação realmente é grave. Conheço uma adolescente inglesa que, em fins de semana de promoção de ligações gratuitas para chamadas da mesma operadora, é capaz de passar noites em claro papeando ao celular com a amiga que verá no dia seguinte, cedo na escola ou na vizinhança. E isso pq os celulas delas são de cartão. Imagina se não fossem…
Maite Utges, médica e diretora do Centro de saúde Mental para Crianças e Adolescenteses, adverte: celulares só deveriam ser permitidos após os 16 anos.


Oi, Suzana!
Obrigado pelo comentário. Gostei do seu blog também! Sempre me intrigo com essas reflexões sobre o mundo tecnológico, hehehe.
Abraços
Oi Suzana, você é ótima ao levantar esses pontos. Sinceramente, por ser mãe e de duas meninas, eu diria o seguinte: falta dar limite a essa criançada, adolescentes e seja lá o nome que derem para classificar essa geração.
Você acha normal uma menina ou menino ficar mais de duas ou três horas jogando, assistindo TV, internetando ou papeando no celular?
O que falta é o seguinte: os pais se basearem na forma como foram criados. Não pode estar tão errado assim.
A dinâmica de aprendizado é perene. Bem é bem. Não há evolução do bem. Não dá para relativizar o bem.
É isso, na opinião dos dois autores do Nomadismo Celular, que falta: dar limite.
As crianças entendem, mesmo fazendo cara feia, que o limite é amor.
Bom, já me estendi muito por aqui. Beijos digitais invernais com direito à luz incidental paulistana,
Mari-Jô Zilveti
http://nomadismocelular.wordpress.com