Li por aí que o CERN deve lançar num futuro próximo (+ ou – em 2 anos) uma nova internet, 10.000 vezes mais rápida do que a atual, que tem sido chamada de The Grid. Ao que tudo indica ela já paira em ambientes acadêmicos. Quando será que o grande público vai ter acesso a uma rede tão rápida?
E depois também me pergunto… O que a gente acha rápido hoje será relativamente uma lesma no futuro. Até chegarmos num ponto que não terá como sermos ainda mais rápidos. E aí, qual será a solução/inovação? Teletransporte? Viagem no tempo?
Sociedade ainda mais imediatista? Dá até medo.


Bom, armazenamento também não vai faltar. Li por aí também que estão desenvolvendo uma mídia com capacidade de 200 mil DVDs. Exagero, né?
Poisé, parece exagero mesmo! O que vc vai fazer com 200 mil DVDs? rsrs
Mas se a gente for pensar bem… Lembra do ZIP? Aquilo pra mim era uma maravilha na época da fac. Hoje é peça de museu. A tendência é de arquivos com cada vez mais qualidade, mas cada vez mais pesados. E dispositivos de armazenamento cada vez menores, com capacidade cada vez maior. Será que vai ter fim?
Bem observado, Suzana. Complemento sua observação quanto ao limite da rapidez dos dispositivos de transmissão (linhas, redes) e de interação (máquinas, processadores, softwares mais inteligentes). O que o CERN (European Organization for Nuclear Research) denomina por “grid” está relacionado ao desenvolvimento de software capaz de administrar um grande conjunto de computadores, por enquanto, como voce comenta, limitado a um conjunto restrito de máquinas do universo acadêmico: Envolve o CERN e poucas dezenas de instituições associadas. Essa “grade” administra o potencial do hardware global e não de cada um dos seus constituintes tomado independentemente. Resultado: aumento fantástico da capacidade (velocidade) de processamento, transferencia de arquivos, estabilidade do sistema etc.
Esse caminho (softwares cada vez mais inteligentes) aparentemente não tem limites e depende da capacidade de criação. Por outro lado, há um limite físico -POR ENQUANTO- relacionado à nossa capacidade de miniaturizar os componentes: A nanotecnologia trabalha para ainda nesta década produzir dispositivos num volume entre 1 milhão no máximo 1 bilhão de vezes menor que a microtecnologia, dos circuitos que ainda existem nos nossos computadores. Na escala nano, estaremos a um passo de atingirmos a dimensão de um único átomo (0,1 nanometros). Se aplicarmos a lei de Moore que estabelece a duplicação da eficiencia dos computadores a cada 18 meses, vemos que na próxima década atingiremos o limite do átomo. Será que pararemos por aí? Aos mais desesperados dou uma dica: já se trabalha nos Laboratórios de Física com a possibilidade de se colocar em prática a Computação Quântica, que representa um salto qualitativo (outra realidade) em matéria computacional, mas essa já é outra história.
Aba Persiano
[...] 28, 2008 de suzanacohen Recentemente postei por aqui falando sobre “the grid”, a internet 10000 vezes mais rápida que está sendo [...]
[...] trilhões de dados. Sobre esse assunto, leia um post da “High Tech” Suzana “Bricolagem High Tech“ onde ela fala da computação 10.000 vezes + rápida, e eu comento como está sendo [...]
[...] mini-black holes within the machine. The LHC also demands the most powerful supercomputer (GRID software system) to process data sufficient to fill a high density DVD each 5 minutes. So far, nearly all steps [...]
[...] Conexões à internet cada vez mais rápidas. Celular. Email. Wi-fi. Internet em avião. The grid. Agora. Agora. [...]