Saiu na revista Exame de 27/02/2008 uma matéria sobre a evolução da publicidade no Brasil (”A publicidade também chegou com D. João”, leia aqui). Não por acaso, o artigo tem tudo a ver com a minha FD (leia-se: fucking dissertation), com o detalhe de eu ter explorado mais o quesito evoluções tecnológicas aliadas à lingüística e à análise do discurso. Certamente guardarei essa matéria para – quem sabe – o dia que for dar aula sobre o tema, é um bom resumo.
De toda forma, cito abaixo dois trechos da matéria que gostei (e – sem querer puxar a brasa pra minha sardinha – que retratam um pouco a essência da minha FD):
Trecho 1:
“Desde os primeiros prelos trazidos pela comitiva de dom João, a tecnologia esteve estritamente ligada ao desenvolvimento da propaganda no Brasil.”
Trecho 2:
“A história da publicidade segue basicamente a história da tecnologia. A cada novidade que surge, a propaganda se reinventa, como aconteceu com a era do rádio, a era da televisão e agora a era da internet.” (Nizan Guanaes)
Só para completar, no meu mestrado conclui através da análise lingüística de publicidades impressas e virtuais, que além da propaganda acompanhar as evoluções tecnológicas, fazendo com que surjam novas formas de anúncio, essas evoluções também acabam influenciando de alguma forma os anúncios em formatos tradicionais (como na mídia impressa). Ou seja, um meio exerce influência sobre o outro e vice-versa. Além disso, já falei por aqui, mas reforço: o surgimento de uma nova mídia não necessariamente substitui uma já existente…
* Mat, obrigada pela dica e pela revista


