Estou em processo de leitura dos extratos do livro do Susskind sobre “o fim dos advogados?” e logo logo terei várias coisas para comentar. Mas enquanto isso não acontece, sugiro que passem no Forense Contemporâneo e vejam o que o Gustavo D’Andrea escreveu sobre os J+, os juristas do futuro. São 5 posts que tiveram origem nas dicussões do facebook sobre a resposta ao meu post “Direto e web 2.0…” (cf. já tinha comentado por aqui).
De toda forma, antecipando meus comentários, segue o último parágrafo da primeira parte do livro do Susskind, que achei ótimo:
“Politely, it puzzles me profoundly that lawyers who know little about current and future technologies can be so confident about their inapplicability. To be able to claim responsibly that IT will have no or minimal effect of lawyers, as many do, surely requires some considerable depth of insight into what disruptive technologies do and will do in years to come. My purpose in writing my book is precisely to provide that insight.”
Tradução livre:
Sem ofensas, me admira profundamente como que advogados que sabem pouco de tecnologias atuais e futuras podem ser tão confiantes a respeito de suas inaplicabilidades. Para ter a capacidade de alegar que a TI terá um mínimo efeito (ou nenhum) sobre os advogados – como muitos o fazem – sem dúvida alguma requer uma profundidade de insight a respeito do que as novas tecnologias (“corrompidas”) fazem e farão futuramente. Meu propósito ao escrever esse livro é de justamente fornecer esse insight.
O meu comentário é: antes de criticar é sempre bom estar bem inserido no contexto. Portanto reforço o vídeo “Did you know?”, publicado anteriormente.
E, lembre-se, o J+ deve que ser antenado desde já!

